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Advertência aos governantes: o Dr. José Benjamín Pérez Matos alerta sobre consequências para aqueles que se opuserem a Israel

Cayey, Porto Rico 13 de setembro de 2025

Em um novo pronunciamento, centrado na análise do cenário internacional, o Dr. José Benjamín Pérez Matos emitiu uma advertência dirigida a líderes e governos, instando-os a revisar profundamente suas decisões de política externa em relação a Israel, para evitar consequências que, segundo sua interpretação, podem resultar extremamente prejudiciais para suas nações.

A mensagem, divulgada em 13 de setembro de 2025, baseia-se em uma leitura de textos do Antigo Testamento e propõe uma relação direta entre o posicionamento dos Estados frente a Israel e sua estabilidade futura.

Jerusalém como eixo de proteção e conflito

O Dr. José Benjamín Pérez Matos concentrou sua análise no capítulo 12 do livro de Zacarias, onde se descreve um cenário de confronto em torno de Jerusalém. A partir dessa referência, sustentou que o destino das nações estaria condicionado por sua atuação em relação ao Estado israelense.

Nesse contexto, afirmou: “Todas as nações devem conhecer estas profecias para que não metam os pés pelas mãos, para que depois não estejam se lamentando”, destacando a necessidade de incorporar esse tipo de análise na tomada de decisões políticas.

Da mesma forma, advertiu sobre o impacto que pode ter o desconhecimento desses marcos na condução dos Estados: “Por causa das decisões destes governantes e presidentes que não sabem das Escrituras…, então dizem coisas que depois o povo é quem se prejudica”, estabelecendo uma conexão direta entre liderança, conhecimento e consequências coletivas.

Crítica a posicionamentos internacionais

A mensagem incluiu referências concretas a decisões recentes no âmbito internacional. Em particular, o Dr. José Benjamín Pérez Matos questionou declarações emitidas por alguns países, indicando que respondem a uma compreensão insuficiente do conflito.

Nesse sentido, expressou: “Como a Espanha, que falou algo que não tinha que falar. Falam coisas sem saber”, estendendo sua crítica às equipes de assessoramento governamental.

Além disso, instou os conselheiros políticos a incorporar novas fontes de análise: “Em vez de, os mesmos que estão por trás (os conselheiros) buscarem, esquadrinharem…; que é o que Deus tem mandado sempre: esquadrinhar as Escrituras, e assim não meter os pés pelas mãos”, enfatizando a necessidade de revisão nos processos de tomada de decisão.

Ação e consequências no plano internacional

Um dos eixos centrais da proposta é a ideia de que as consequências enfrentadas pelas nações não são arbitrárias, mas resultado direto de suas ações. Nesse contexto, explicou: “Para que venha um juízo divino sobre uma nação, sobre um governo…: tem que realizar uma obra para merecê-lo”, introduzindo uma lógica de causalidade entre decisões políticas e efeitos de longo prazo.

O Dr. José Benjamín Pérez Matos também advertiu sobre o contexto atual, afirmando: “Há um juízo grande sobre todas essas nações que têm se posicionado contra Israel e as que neste tempo estarão contra Israel. E estão contra Israel! Ou estão se voltando contra Israel”, em uma declaração que reforça o tom de alerta de sua mensagem.

Entre advertência e projeção

O encerramento de sua intervenção apresenta uma dualidade clara: assim como decisões adversas podem resultar em consequências negativas, o alinhamento com Israel é apresentado como um caminho para a estabilidade e a prosperidade.

Nesse sentido, sua mensagem se insere dentro de uma linha discursiva consistente, que busca influenciar a política externa dos Estados e a opinião pública, combinando leitura estratégica, posicionamento internacional e projeção de longo prazo.

Em um cenário global marcado por tensões e redefinições de poder, o Dr. José Benjamín Pérez Matos insiste em um ponto central: o posicionamento em relação a Israel não é um elemento secundário, mas um fator determinante no destino das nações.