feat: add Portuguese news articles covering geopolitical relations and international affairs
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title: 'América Latina acelera seu alinhamento estratégico: acordos regionais antecipam um novo eixo global com projeção em direção a Jerusalém'
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***Um relatório diplomático revela que vários países da região já avançam em tratados e definições políticas no marco de uma reconfiguração internacional em curso***
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Cayey, Porto Rico – 11 de dezembro de 2025. A dinâmica política da América Latina atravessa uma fase de transformação acelerada, marcada pela assinatura de acordos e pelo redesenho de alianças estratégicas. Assim indica um recente relatório diplomático que aponta que a região começou a consolidar um eixo de cooperação que projeta Jerusalém como um futuro ponto central na arquitetura global.
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O documento sustenta que esse processo não responde apenas a declarações políticas, mas a decisões concretas que já estão sendo implementadas por diferentes Governos.
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## Avanços concretos por sub-regiões
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O relatório detalha que vários países latino-americanos deram passos firmes em direção a esse novo esquema de alinhamento, destacando especialmente as nações do Cone Sul e da América Central.
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Nesse sentido, Paraguai, Guatemala e Costa Rica aparecem como atores líderes na transição, impulsionando acordos bilaterais e multilaterais que fortalecem seu vínculo com esse novo eixo estratégico. Essas iniciativas refletem uma vontade política de se posicionar de forma antecipada diante das mudanças no cenário internacional.
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Por sua vez, o relatório identifica novas incorporações a essa tendência, como Equador e Honduras, que começam a se integrar progressivamente a esse esquema de cooperação. Em paralelo, menciona-se o caso da Colômbia, onde uma eventual mudança de Governo poderia se tornar o fator determinante para sua adesão plena ao bloco.
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## Projeção para um novo centro global
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A análise introduz como eixo conceitual a consolidação de um novo modelo de organização internacional, no qual Jerusalém se projeta como um ponto de referência central tanto em termos administrativos quanto simbólicos.
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Segundo o relatório, esse processo não implica apenas um redesenho de alianças políticas, mas também uma transformação na percepção global de poder e governança. É descrito como um ponto de inflexão histórico que reconfigura as relações entre regiões e redefine as prioridades estratégicas dos Estados.
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## A América Latina assume a dianteira
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Um dos aspectos mais destacados do documento é a velocidade com que os países latino-americanos estão avançando nesse processo. A região aparece como um ator proativo, capaz de antecipar mudanças e se posicionar de maneira coordenada em um contexto global em evolução.
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O relatório conclui que essa aceleração na tomada de decisões sugere que o ano de 2026 será determinante para a consolidação desse corredor diplomático entre a América Latina e Israel, marcando um antes e um depois na política externa regional.
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Nesse contexto, a América Latina não apenas participa do reordenamento global, mas emerge como um de seus principais impulsionadores, consolidando um eixo estratégico que pode redefinir seu papel no sistema internacional.
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title: 'Eleições no Chile: o Dr. José Benjamín Pérez Matos vincula o voto ao posicionamento internacional frente a Israel'
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date: 2025-12-14
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***Desde Porto Rico, o líder do Centro do Reino de Paz e Justiça analisou o impacto eleitoral chileno e sua projeção sobre o mapa político do continente.***
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CAYEY, PORTO RICO — No marco do segundo turno presidencial no Chile, o Dr. José Benjamín Pérez Matos emitiu um pronunciamento no qual analisou a relevância do processo eleitoral não apenas em nível nacional, mas também em sua projeção regional e internacional, particularmente em relação ao posicionamento dos Estados frente a Israel.
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Durante sua intervenção, o presidente do Centro do Reino de Paz e Justiça destacou a figura de José Antonio Kast, destacando sua orientação política e sua postura em política externa. Nesse contexto, proprôs que as decisões eleitorais devem ser avaliadas em função do alinhamento estratégico dos candidatos, apontando: **«Povo chileno: hoje é o dia da melhor decisão que você pode fazer neste voto»**.
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O Dr. Pérez Matos sustentou que o voto adquire um caráter determinante na definição do rumo das nações, não apenas em termos de política interna, mas também em sua inserção dentro do sistema internacional. Em sua análise, afirmou que o posicionamento frente a Israel constitui um eixo central na projeção de estabilidade e desenvolvimento dos países.
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Além disso, o líder porto-riquenho apresentou uma visão regional, antecipando um processo de maior coesão entre os países da América Latina e do Caribe em torno desse eixo geopolítico. Nesse sentido, afirmou que os processos eleitorais atuais poderiam estabelecer as bases de uma reordenação nas relações internacionais do continente.
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A mensagem também incluiu um chamado à participação ativa do eleitorado, enfatizando a importância do compromisso individual na definição do rumo político de cada país. Nesse âmbito, destacou-se a necessidade de que os cidadãos tomem decisões informadas que contribuam para o posicionamento estratégico de suas nações no cenário global.
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A abordagem geral do Dr. José Benjamín Pérez Matos apresenta o processo eleitoral chileno como um ponto de inflexão com implicações que transcendem o âmbito local, projetando-se sobre o conjunto da América Latina e sua relação com o cenário internacional.
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title: 'Vitória de Kast no Chile: o Dr. José Benjamín Pérez Matos interpreta uma virada política regional na América Latina'
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date: 2025-12-19
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***Desde Porto Rico, o líder do Centro do Reino de Paz e Justiça analisou o impacto eleitoral chileno e sua projeção sobre o mapa político do continente.***
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CAYEY, PORTO RICO — Em uma intervenção centrada no cenário político regional, o Dr. José Benjamín Pérez Matos analisou as implicações da vitória de José Antonio Kast nas eleições presidenciais do Chile, destacando o fato como um ponto de inflexão dentro do processo de reconfiguração ideológica na América Latina.
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Durante sua exposição, o presidente do Centro do Reino de Paz e Justiça afirmou que o resultado eleitoral chileno não constitui um fenômeno isolado, mas se insere em uma tendência mais ampla que atravessa diferentes países da região. Nesse sentido, sustentou que se observa um processo de mudança na orientação política, caracterizado pelo avanço de correntes de direita.
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Nesse contexto, expressou: **«Vai se pintando agora de azul… O que vemos é a mão de Deus operando para que a América Latina completa entre nesse glorioso Reino Milenar»**, vinculando essa virada política a um processo de transformação mais amplo no continente.
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A análise também incluiu uma projeção regional, na qual se identificam países que, segundo sua visão, ainda não adotaram essa orientação política. Nesse sentido, mencionou-se que nações como Brasil, Venezuela, Colômbia, Nicarágua, Haiti e Cuba continuam fora dessa tendência, o que —segundo a proposta— condiciona seu posicionamento dentro do novo cenário regional.
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Além disso, o Dr. Pérez Matos afirmou que esse processo de mudança não responde apenas a dinâmicas políticas internas, mas também se vincula a uma reconfiguração do papel da América Latina no sistema internacional, no qual as lideranças nacionais adquirem um peso estratégico na projeção futura dos países.
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A mensagem final incluiu uma referência à expectativa de consolidação desse processo no curto prazo, destacando a importância das decisões políticas atuais para definir o rumo da região.
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A abordagem geral do Dr. José Benjamín Pérez Matos apresenta a eleição no Chile como um indicador de transformação política na América Latina, com implicações que transcendem o âmbito eleitoral e se projetam sobre o posicionamento internacional do continente.
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title: '“Chegou o tempo da libertação”: mensagem global aponta para uma mudança de etapa em meio a crises internacionais'
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date: 2026-01-04
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***Desde Porto Rico, uma alocução marca o início de 2026 com um chamado à estabilização das nações e uma leitura estrutural do cenário global***
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Cayey, Porto Rico – 4 de janeiro de 2026. O início do ano foi marcado por uma mensagem de alcance internacional que colocou o foco na situação de múltiplos países atravessados por crises políticas, sociais e econômicas. Em uma intervenção realizada em Cayey, foi apontado que o mundo estaria entrando em uma nova etapa, caracterizada por processos de transformação e busca de estabilidade em diferentes pontos do planeta. A abordagem não se limitou a um diagnóstico, mas incluiu um chamado direto à atenção para as dinâmicas em curso e sua possível evolução nos próximos meses.
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## América Latina e Caribe: focos de atenção imediata
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Dentro da análise, a Venezuela ocupou um lugar central como um dos principais cenários de preocupação regional. A mensagem fez referência à necessidade de uma rápida estabilização no país, em um contexto de tensões prolongadas e desafios estruturais.
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Da mesma forma, a leitura se estendeu a outras nações do Caribe e da América Central, como Cuba, Nicarágua e Haiti, identificadas como territórios que enfrentam situações complexas e que exigem soluções sustentáveis no curto e médio prazo.
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Esse enfoque posiciona a sub-região como um dos pontos críticos dentro do mapa de crises globais.
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## Uma problemática de alcance global
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A análise ampliou seu alcance além do continente americano, incorporando referências a regiões da África e à Índia como espaços onde também se registram condições de instabilidade e necessidade de transformação.
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Nesse sentido, afirmou-se: «Há muitos lugares que também precisam de libertação», destacando que as tensões atuais não são fenômenos isolados, mas parte de uma dinâmica global mais ampla.
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A inclusão de múltiplas regiões no diagnóstico reforça a ideia de que o cenário internacional atravessa um momento de mudanças simultâneas em diferentes níveis.
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## Uma mudança de etapa no sistema internacional
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O eixo conceitual da mensagem se concentrou na ideia de que o contexto atual corresponde a um momento específico dentro de um processo mais amplo de transformação. Propôs-se que as condições observadas —conflitos, crises institucionais e demandas de mudança— estariam alinhadas a uma fase de transição para um novo cenário global.
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Nesse contexto, foi afirmado: «Chegou o tempo dessa libertação… por conseguinte, estamos no tempo correto», interpretando os acontecimentos atuais como parte de um processo estruturado que aponta para a reorganização das nações.
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## Perspectivas para 2026
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A mensagem projeta que o ano de 2026 será determinante para a evolução desses processos, com possíveis avanços na estabilização de países em crise e na redefinição de equilíbrios regionais e internacionais.
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Longe de se limitar a um único conflito ou região, a análise propõe uma leitura sistêmica, na qual múltiplos fatores convergem em um ponto de inflexão histórico.
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Nesse contexto, o início do ano se apresenta não apenas como uma mudança de calendário, mas como o começo de uma etapa que pode redefinir o rumo de diversas nações e do sistema internacional como um todo.
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title: 'Janeiro de 2026: o Dr. José Benjamín Pérez Matos analisa mudanças globais entre memória histórica, crise em Gaza e cenário regional'
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date: 2026-01-27
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***Desde Porto Rico, o líder do Centro do Reino de Paz e Justiça apresentou uma leitura integral dos acontecimentos internacionais que marcaram o início do ano.***
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CAYEY, PORTO RICO — Em uma intervenção centrada nos principais acontecimentos internacionais das últimas semanas, o Dr. José Benjamín Pérez Matos desenvolveu uma análise que articula memória histórica, evolução do conflito no Oriente Médio e transformações políticas na América Latina.
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A exposição coincidiu com a comemoração do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, contexto no qual o presidente do Centro do Reino de Paz e Justiça destacou a importância de manter viva a recordação desses fatos no contexto dos desafios atuais enfrentados por Israel.
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Um dos eixos principais da análise foi a situação em Gaza, particularmente após a confirmação da recuperação do corpo de Ran Gvili, identificado como o último refém que permanecia em cativeiro. Nesse sentido, o Dr. Pérez Matos destacou a relevância desse fato como o encerramento de uma etapa crítica, em um contexto que continua marcado por tensões regionais, especialmente com o Irã.
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Em paralelo, a análise incorporou uma leitura sobre o cenário político na América Latina, com especial referência à Venezuela. Nesse contexto, foi apontada a existência de um processo de transformação em curso, que poderia resultar em uma mudança no posicionamento internacional do país. Nesse sentido, expressou-se: **“Esperamos ver a Venezuela colocando sua Embaixada em Jerusalém”**, destacando a relevância dessa decisão dentro do esquema geopolítico projetado.
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O Dr. Pérez Matos também reiterou a centralidade de Jerusalém dentro de sua visão da ordem global, afirmando: **“assumir sua posição”**, em alusão à necessidade de que as nações definam seu posicionamento no cenário internacional.
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O encerramento da intervenção apresentou o mês de janeiro de 2026 como um período de alta intensidade em termos políticos e estratégicos, caracterizado pela convergência de eventos que, segundo a análise, terão impacto na configuração da ordem internacional no curto e médio prazo.
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A abordagem geral do Dr. José Benjamín Pérez Matos articula diferentes processos globais dentro de uma mesma leitura estratégica, na qual os acontecimentos recentes são interpretados como parte de uma dinâmica de transformação mais ampla.
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title: 'Palavras de encerramento do III Congresso de Rabinos Internacional'
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date: 2026-02-16
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city: Cayey
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tags: [Porto Rico, Congresso]
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Dr. José Benjamín Pérez Matos
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Segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
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Cayey, Porto Rico
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Sejam todos muito bem-vindos a este III Encontro de Rabinos Internacional, aqui na Grande Carpa (“Tenda”), em Cayey, Porto Rico.
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Moisés tinha um tabernáculo, e foi chamado: o tabernáculo de Moisés. Salomão teve um templo, e foi chamado: o templo de Salomão. Hoje José tem uma Carpa (“Tenda”), e é chamada: A Grande Carpa (“Tenda”) de José.
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Agora, por que amamos Israel?
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O povo hebreu é a única nação chamada por Deus de “Sua nação primogênita”. Isso vemos em Êxodo, capítulo 4, versículo 22, onde diz:
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## Êxodo 4:22
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22 Então, dirás a Faraó: Assim diz Hashem: Israel é meu filho, meu primogênito.
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[JBP] É a nação que Deus disse a Abraão que dele formaria uma grande nação. Em Gênesis, capítulo 12, versículos 1 ao 3, já lhe diz que através dele (ou seja, sua semente) seria criada essa nação. Diz:
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## Gênesis 12:1
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1 Ora, Hashem disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
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2 E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção.
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3 E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
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[JBP] E essa descendência seria como as estrelas do céu e como a areia do mar. Isso, em Gênesis 15:1-6, diz:
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## Gênesis 15:1
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1 Depois destas coisas veio a palavra de Hashem a Abrão em visão, dizendo: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão.
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2 Então, disse Abrão: Senhor Hashem, que me hás de dar? Pois ando sem filhos, e o mordomo da minha casa é o damasceno Eliézer.
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3 Disse mais Abrão: Eis que me não tens dado semente, e eis que um nascido na minha casa será o meu herdeiro.
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4 E eis que veio a palavra de Hashem a ele, dizendo: Este não será o teu herdeiro; mas aquele que de ti será gerado, esse será o teu herdeiro.
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5 Então, o levou fora e disse: Olha, agora, para os céus e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua semente.
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6 E creu ele em Hashem, e foi-lhe imputado isto por justiça.
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[JBP] Depois, no capítulo 13, Ele lhe diz onde moraria essa nação, que terra eles habitariam e até quando a habitariam. Em Gênesis 13:14-17, diz:
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## Gênesis 13:14
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14 Disse Hashem a Abrão, depois que Ló se separou dele: Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente;
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15 porque toda essa terra que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre.
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16 Farei a tua descendência como o pó da terra; de maneira que, se alguém puder contar o pó da terra, então se contará também a tua descendência.
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17 Levanta-te, percorre essa terra no seu comprimento e na sua largura; porque a ti darei.
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[JBP] Para sempre seria o lugar onde habitaria a descendência de Abraão.
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Nenhum governo dos tempos passados, nem dos presentes, pode dizer ou tirar essa terra do povo hebreu; porque a terra pertence a Deus, e Ele a dá a quem Ele quer. É a única nação que tem, por ordem divina, um território.
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Agora, depois que o povo hebreu já está… essa nação foi criada após estar no Egito, onde o faraó que estava era o que havia colocado José (um dos filhos de Jacó) como o segundo no reino; ali o povo se multiplicou. Morre o faraó, e o próximo não os trata como o primeiro, e os escraviza.
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As lutas do povo hebreu são as lutas de todos os descendentes de Abraão.
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Depois envia Moisés, os liberta e os estabelece em sua terra —ou seja, a terra que lhes pertence, porque Deus a deu a eles—.
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E entre tanto terreno que há, como as nações querem destruir a nação que Deus deu ao povo hebreu?!
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Já em sua terra, o povo vê todas as nações, vê que todas as nações têm rei, e pedem um rei que os governe como as demais nações.
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Isso encontramos em Primeiro Samuel 8:4-7, onde diz:
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## 1 Samuel 8:4
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4 Então, todos os anciãos de Israel se congregaram, e vieram a Samuel, a Ramá,
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5 e disseram-lhe: Eis que já estás velho, e teus filhos não andam pelos teus caminhos; constitui-nos, pois, agora, um rei sobre nós, para que ele nos julgue, como o têm todas as nações.
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6 Porém essa palavra pareceu mal aos olhos de Samuel, quando disseram: Dá-nos um rei, para que nos julgue. E Samuel orou a Hashem.
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7 E disse Hashem a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo quanto te disser, pois não te tem rejeitado a ti; antes, a mim me tem rejeitado, para eu não reinar sobre ele.
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[JBP] O povo desprezou o reino de Deus, porque tinha um rei; mas não o queria como um Deus, mas como o rei que governa Israel.
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[JBP] A teocracia estava governando sobre o povo hebreu. Era Deus reinando através de um homem, através dos juízes; e Samuel era o último. Eles desprezaram a teocracia pela monarquia. E esse rei sim ia chegar, mas era no tempo de Deus, e era Davi.
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Quando Davi chega a ser rei sobre Israel, esse era o trono de Deus, do qual Deus disse que não faltaria varão que se assentasse sobre esse trono. O que, em Primeiro Reis 8:25, nos diz:
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## 1 Reis 8:25
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25 Agora, pois, ó Hashem, Deus de Israel, faze a teu servo Davi, meu pai, o que lhe falaste, dizendo: Não te faltará sucessor diante de mim, que se assente no trono de Israel; somente que teus filhos guardem o seu caminho, para andarem diante de mim como tu andaste diante de mim.
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26 Agora, também, ó Hashem Deus de Israel, cumpra-se a tua palavra que disseste a teu servo Davi, meu pai.
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[JBP] Salomão faz esta petição a Deus: que não faltaria varão que se assentasse no trono. Isso está em Primeiro Reis 2:3; diz:
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## 1 Reis 2:3
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3 E guarda a observância de Hashem, teu Deus, para andares nos seus caminhos e para guardares os seus estatutos, e os seus mandamentos, e os seus juízos, e os seus testemunhos, como está escrito na Lei de Moisés, para que prosperes em tudo quanto fizeres, para onde quer que te voltares.
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4 Para que Hashem confirme a palavra que falou de mim, dizendo: Se teus filhos guardarem o seu caminho, para andarem perante a minha face fielmente, com todo o seu coração e com toda a sua alma, nunca, disse, te faltará sucessor ao trono de Israel.
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[JBP] O trono onde Salomão se assentou era o trono de Deus; o que, em Primeiro Crônicas 29, diz:
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## 1 Crônicas 29:23
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23 Assim, Salomão se assentou no trono de Hashem, rei, em lugar de Davi, seu pai, e prosperou; e todo o Israel lhe deu ouvidos.
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[JBP] Depois vemos que Salomão, que não foi perfeito diante de Deus… E isso está em Primeiro Reis 11; diz:
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## 1 Reis 11:6
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6 Assim fez Salomão o que era mau aos olhos de Hashem e não perseverou em seguir ao Senhor, como Davi, seu pai.
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[JBP] E Deus rasgou o seu reino, mas não nos seus dias, e sim nos dias de seu filho Roboão, por amor a Davi, seu pai.
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Isso encontramos em Primeiro Reis 11:11-13, onde diz:
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## 1 Reis 11:11
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11 Pelo que disse Hashem a Salomão: Visto que houve isso em ti, que não guardaste o meu concerto e os meus estatutos que te mandei, certamente, rasgarei de ti este reino e o darei a teu servo.
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12 Todavia, nos teus dias não o farei, por amor de Davi, teu pai; da mão de teu filho o rasgarei;
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13 porém todo o reino não rasgarei; uma tribo darei a teu filho, por amor de meu servo Davi e por amor de Jerusalém, que tenho elegido.
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[JBP] E deu dez tribos a Jeroboão, e duas tribos a Roboão. Em Primeiro Reis 11:30, diz:
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## 1 Reis 11:30
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30 E Aías pegou na veste nova que sobre si tinha e a rasgou em doze pedaços.
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31 E disse a Jeroboão: Toma para ti os dez pedaços, porque assim diz o Senhor, Deus de Israel: Eis que rasgarei o reino da mão de Salomão e a ti darei as dez tribos.
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32 Porém ele terá uma tribo, por amor de Davi, meu servo, e por amor de Jerusalém, a cidade que elegi de todas as tribos de Israel.
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[JBP] Essas tribos do norte são as que têm estado espalhadas por todas as nações.
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É interessante notar que tanto Judá (ou as tribos do sul) como Israel (ou as tribos do norte) andaram por maus caminhos, seguindo outros deuses e cometendo toda sorte de abominações e prevaricações; mas o Senhor removeu Israel de diante do Seu rosto.
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Qual foi a razão pela qual Judá não teve a mesma sorte, havendo cometido o mesmo? A principal hipótese recai sobre o pacto de Deus com Davi: de que não deixaria faltar semente sua que se assentasse no trono de Davi, que é o trono de Deus na Terra. Já seria um compromisso de Deus posterior aos patriarcas, e com Moisés, que foi invalidado por ambas as casas.
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O próprio Senhor diz a Jeremias, no capítulo 33, versículo 21, que: “Ninguém poderia invalidar o meu pacto com o meu servo Davi, para que deixe de ter filho que reine sobre o seu trono, e com os levitas e sacerdotes, meus ministros”.
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Agora, foi prometido que essas dez tribos do norte e as duas tribos do sul seriam ajuntadas novamente.
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O desejo que teve Roboão, filho de Salomão, o teria no tempo em que esse trono de Davi fosse restaurado por um descendente de Davi; e voltaria novamente a teocracia a Israel.
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Agora, em Ezequiel, capítulo 37, nos diz que a casa do norte, ou seja, as dez tribos do norte, e as tribos do sul (representadas na tribo de Judá e Benjamim) estariam na mão do profeta. Isso está em Ezequiel, capítulo 37.
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Aí vemos novamente a promessa cumprindo-se neste tempo, em que esse reino seria estabelecido. Como? Por meio da união das tribos do norte e das tribos do sul.
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Agora, como Deus realizaria essa profecia de Ezequiel 37? Como nos diz em Amós 3:7:
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## Amós 3:7
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7 Certamente o Senhor DEUS não fará nada sem ter revelado seu segredo aos seus servos, os profetas.
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[JBP] Esse é o amor que o povo cristão tem para com o povo de Israel, e até mesmo pessoas que não pertencem a nenhuma crença; tem a ver com essas dez tribos do norte.
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E agora, negar que as tribos perdidas serão identificadas é negar que o Deus de Israel é o Todo-Poderoso, que tem o controle de tudo o que foi criado por Ele; e nada se perde ao Seu olhar atento, e nenhuma Palavra Sua cairá por terra.
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Falamos de paz desde uma saudação comum até um discurso formal, mas se verdadeiramente desejamos a paz prometida por Deus: não podemos ignorar os requisitos preditos pelos profetas, pela Palavra de Deus.
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O Senhor ainda promete fazer um novo pacto com a casa de Jacó (como também são mencionadas as dez tribos e a casa de Judá), diferente do pacto feito com Moisés e o povo na saída do Egito; mas a casa de Israel terá a Lei em seus corações e em suas mentes; ou seja, eles crerão nos mandamentos divinos, conhecerão o Senhor, e seus pecados não serão mais lembrados. Isso vemos na profecia de Jeremias 31:31, onde diz:
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## Jeremias 31:31
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31 Eis que dias vêm, diz Hashem, em que eu farei um novo pacto com a casa de Israel, e com a casa de Judá.
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[JBP] Cabe a nós reconhecer nossa posição como atores na história, e nos identificar com as profecias para o tempo que nos toca viver.
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E agora nos perguntamos: Por que esse povo na América Latina, do outro lado ou no outro extremo do planeta, declara esse amor profundo por Israel?
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A resposta a essa pergunta é simples: Em meio a todo esse movimento de amor para com Israel, o povo latino-americano traz em seus genes a semente de Abraão. O amor para com Israel é a expressão de amor ao seu Deus.
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É preciso respeitar a fé do cristianismo e do judaísmo; ambos creem no mesmo Deus.
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E ainda mais, o cristianismo é uma linha… Assim como está o judaísmo: a linha dos conservadores, dos reformistas, e também dos ortodoxos e dos ultraortodoxos; também está esta linha do cristianismo que saiu do povo hebreu, e que vem de um rabi judeu.
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E assim como aceitamos as demais linhas de pensamento religioso, é preciso aceitar também esta linha do cristianismo, que vem do povo hebreu.
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Os primeiros crentes do cristianismo eram judeus, eram hebreus das diferentes tribos de Israel; e, mais adiante, passou aos gentios.
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E quem deu a conhecer mundialmente Israel e o judaísmo, é o cristianismo; e quem mais trouxe turistas a Israel, é o cristianismo. É o cristianismo que tem mantido o turismo por muitas décadas. Se o cristianismo não vai à terra de Israel, o turismo na terra de Israel cai.
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Esse movimento tem amparo na profecia de Isaías, que diz:
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## Isaías 62:1 [Em espanhol, versão RVR-1909; na tradução, versão ACF -Trad.]
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1 Por amor de Sião não me calarei, e por amor de Jerusalém não me aquietarei ([JBP] essa profecia mostra a culminação desse movimento de amor a Israel), até que saia a sua justiça como um resplendor, e a sua salvação como uma tocha acesa.
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[JBP] A terra que em outros tempos foi chamada “desamparada e assolada”, verá o amor do Senhor sobre si.
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Essa profecia diz que “o Deus de Israel fez ouvir a Sua Voz até os confins da Terra, que vem o Salvador com a Sua recompensa” [Isaías 62:11].
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O continente americano é chamado “os confins da Terra”, pois é a parte do mundo que foi descoberta por último; por isso também a chamam “o Novo Mundo”.
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Ainda diz que essa semente seria chamada “povo santo, redimido do Senhor”. “Jerusalém (esse povo), cidade procurada e não desamparada” [Isaías 62:12 (Em espanhol, versão RVR-1909; na tradução, versão ARC - Trad.)].
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Mas há uma brecha nessa história da restauração de Israel - ou para a restauração de Israel. Desde o ano de 1948, Israel tem prevalecido como nação, foi declarada uma nação livre e soberana em sua própria terra, para onde regressaram milhares de judeus, filhos judeus, recém-saídos de um genocídio histórico conhecido como o Holocausto ou a Shoá.
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As tribos do sul, encabeçadas por Judá…, por isso seus filhos são chamados judeus, os quais foram reunidos. Mas o próprio profeta Isaías, em sua profecia sobre o estabelecimento da paz em Israel, no capítulo 11, diz que:
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## Isaías 11:11
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11 (O Deus de Israel) tornará a estender a mão para resgatar o restante do seu povo, que for deixado, da Assíria, do Egito, de Patros, da Etiópia, de Elão, de Sinar, de Hamate e das terras do mar.
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[JBP] Querem saber onde está a maioria das dez tribos do norte? Estão em meio ao cristianismo. Ou seja, haverá um recolhimento de Seus filhos por todas as partes do mundo.
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Mas estaria falando somente dos filhos pertencentes a duas tribos, ou seja, à tribo de Judá e Benjamim? No versículo seguinte, o próprio profeta Isaías nos responde a essa pergunta. Diz que:
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## Isaías 11:12
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12 (O Senhor) levantará um pendão entre as nações, e ajuntará os desterrados de Israel, e os dispersos de Judá congregará desde os quatro confins da terra.
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[JBP] Essa profecia já está em processo de cumprimento.
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Nossos olhos já estão vendo Israel em sua terra, sua capital em Jerusalém; assim como foi estabelecido pelo rei Davi há cerca de três mil anos.
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E o que falta? Que sejam reunidas as dez tribos do norte junto com as duas tribos do sul. Por quê? Onde Israel é abençoado é em sua própria terra.
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E o que mais falta? Falta a paz permanente para Israel e para todas as nações. E essa paz seria trazida com a vinda do Desejado de todas as nações; como nos diz Ageu 2:6:
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## Ageu 2:6
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6 Porque assim diz Hashem dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, e farei tremer os céus, e a terra, e o mar, e a terra seca;
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7 e farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz Hashem dos Exércitos.
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8 Minha é a prata, e meu é o ouro, disse Hashem dos Exércitos.
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9 A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz Hashem dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz Hashem dos Exércitos.
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[JBP] Shalom para Israel! Shalom para seus filhos! Shalom para toda a humanidade!
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Novamente, esta é a sua casa, este é o seu lar; e estes são os seus amigos.
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Muito obrigado. **III Congresso de Rabinos Internacional**
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title: 'Quatro anos de guerra na Ucrânia: memória, justiça e responsabilidade internacional'
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date: 2026-02-24
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# **Quatro anos de guerra na Ucrânia: memória, justiça e responsabilidade internacional**
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_**24 de fevereiro de 2026**_
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Quatro anos após o início da invasão em larga escala da Federação da Rússia contra a Ucrânia, o mundo não assiste apenas à continuidade de um conflito armado, mas a uma profunda crise da ordem internacional, do respeito à soberania e da vigência efetiva do direito internacional humanitário.
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Em 24 de fevereiro de 2022 começou a maior guerra na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. O que inicialmente muitos consideraram uma operação de rápida resolução transformou-se em uma guerra prolongada, com consequências devastadoras para milhões de pessoas e com efeitos estruturais sobre a segurança global.
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Desde o **Centro do Reino de Paz e Justiça**, este aniversário não é uma data meramente comemorativa: é um chamado à memória, à responsabilidade moral e à ação internacional orientada à paz com justiça.
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## O início da invasão e as primeiras rupturas
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A ofensiva russa se desdobrou por terra, ar e mar. Nos primeiros dias, Kherson caiu e houve uma tentativa de cercar Kiev. No entanto, a capital ucraniana resistiu. Até o final de março de 2022, a tentativa de forçar uma rápida queda do governo fracassou.
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A posterior libertação de Bucha revelou execuções em massa de civis, gerando um dos primeiros grandes escândalos internacionais por supostos crimes de guerra. O cerco e a destruição de Mariupol aprofundaram a dimensão humanitária do conflito.
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Em setembro de 2022, a Ucrânia conseguiu recuperar amplas áreas da região de Kharkiv, e em novembro a Rússia se retirou de Kherson. Desde então, a frente oriental se estabilizou em uma guerra de desgaste prolongado, com altos custos humanos.
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## Transformação tecnológica da guerra
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O conflito evoluiu para uma guerra altamente tecnológica. A Ucrânia passou de dependente de sistemas antitanque ocidentais para produzir mais de três milhões de drones FPV por ano, capazes de neutralizar veículos blindados de alto valor com custos mínimos.
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Hoje, o front combina trincheiras típicas da Primeira Guerra Mundial com sistemas não tripulados, guerra eletrônica e ataques de precisão de longo alcance. Um drone de baixo custo pode destruir equipamentos militares avaliados em milhões.
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Esse fenômeno não apenas redefine a doutrina militar contemporânea, mas também levanta questionamentos éticos e jurídicos sobre o futuro dos conflitos armados, o uso de tecnologias autônomas e a proteção da população civil.
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## Destruição de infraestrutura e crise humanitária
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O impacto humanitário é devastador.
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Mais de 4.400 instituições educacionais foram danificadas ou destruídas. Mais de 2.500 centros de saúde sofreram ataques. O patrimônio cultural também foi afetado de forma sistemática.
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O sistema energético tornou-se alvo prioritário. Somente em 2026, foram registrados mais de 200 ataques contra infraestruturas elétricas. Até abril de 2025, mais de 63.000 instalações energéticas haviam sido danificadas em todo o país.
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Segundo dados das Nações Unidas, mais de 15.000 civis foram confirmados mortos, incluindo centenas de crianças. Os números reais podem ser maiores em territórios ocupados.
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Quase 5,9 milhões de ucranianos permanecem refugiados no exterior e 3,7 milhões continuam deslocados dentro do país. Por trás de cada número há uma história pessoal, uma família separada, uma comunidade fragmentada.
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## Perdas militares e desgaste estratégico
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O Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS) estima que a Rússia sofreu cerca de 1,2 milhão de baixas, com centenas de milhares de mortos. A Ucrânia também enfrenta perdas significativas, estimadas entre meio milhão e seiscentos mil militares afetados desde o início da invasão.
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Esse nível de desgaste torna o conflito um dos mais custosos na Europa em décadas, tanto em termos humanos quanto financeiros. Para além dos números, o principal drama é a perda de vidas humanas e a prolongação do sofrimento.
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## Crimes de guerra e busca por justiça
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Desde o início da invasão, foram documentados assassinatos de civis, deportações forçadas, torturas e ataques deliberados contra infraestrutura crítica.
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Organismos internacionais trabalham junto às autoridades ucranianas na preservação de evidências e na investigação de possíveis crimes de guerra, crimes contra a humanidade e responsabilidades de comando. Os planos de investigação incluem violência sexual, deportação de menores, ciberguerra e destruição do patrimônio cultural.
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O princípio é claro: sem verdade e sem justiça, não pode haver paz duradoura.
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O direito internacional humanitário não é uma declaração simbólica; é um marco normativo que obriga os Estados e protege os mais vulneráveis em tempos de guerra.
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## Reconfiguração geopolítica e apoio internacional
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A União Europeia, o Reino Unido, os Estados Unidos e outros aliados continuam fornecendo apoio político, financeiro e militar à Ucrânia. Foram ampliados os pacotes de sanções contra setores estratégicos russos, incluindo energia, transporte e finanças.
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O conflito impulsionou uma nova arquitetura de segurança na Europa, fortalecendo a OTAN e acelerando processos de coordenação estratégica e defesa.
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Ao mesmo tempo, o debate internacional gira em torno de como alcançar uma “paz justa e duradoura”, baseada na soberania e no respeito às fronteiras reconhecidas internacionalmente.
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## Negociações estagnadas e futuro incerto
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As negociações permanecem bloqueadas. Moscou exige reconhecimento territorial no leste e no sul da Ucrânia. Kiev rejeita qualquer concessão que comprometa sua soberania.
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A Rússia controla aproximadamente 20% do território ucraniano e continua atacando infraestrutura civil.
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Pesquisas recentes na Ucrânia indicam que uma maioria significativa da população está disposta a continuar resistindo pelo tempo que for necessário para preservar sua independência.
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## Uma reflexão a partir da paz com justiça
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Quatro anos após o início da invasão, a guerra na Ucrânia não é um conflito distante. É um teste histórico para o sistema internacional.
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Está em jogo o alcance real do princípio da soberania estatal, a vigência do direito internacional, a proteção de civis e a responsabilidade da comunidade internacional diante da agressão.
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Desde o **Centro do Reino de Paz e Justiça**, reafirmamos que a paz autêntica não é a ausência de combate, mas a restauração do direito, a reparação das vítimas e o respeito à dignidade humana.
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Recordar esses quatro anos não é alimentar o ódio. É reafirmar o compromisso com a justiça, a memória e a construção de uma paz baseada em princípios, e não em imposições.
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A história julgará não apenas aqueles que iniciaram a guerra, mas também aqueles que escolheram defender a dignidade humana e a ordem jurídica internacional.
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locale: pt
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title: Desde o Paraguai, projetam Jerusalém como eixo do futuro sistema político global
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date: 2026-02-26
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city: Asunción
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tags: [Paraguai]
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***A análise propõe um cenário de transformação na governança internacional, com Jerusalém como centro de referência institucional.***
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ASSUNÇÃO, PARAGUAI — Em uma declaração recente, o Dr. José Benjamín Pérez Matos apresentou uma projeção sobre a evolução do sistema político internacional, destacando o papel central que, segundo sua análise, Jerusalém ocupará na configuração da ordem global futura.
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Durante sua intervenção, o presidente do Centro do Reino de Paz e Justiça afirmou que a cidade de Jerusalém não apenas mantém relevância histórica e simbólica, mas também se perfila como um ponto-chave na estrutura de governança internacional. Nesse contexto, declarou: **“Será a capital do planeta Terra completo”**, sublinhando sua centralidade no cenário vindouro.
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A proposta também incluiu uma referência direta à organização do sistema normativo global, ao afirmar: **“De lá sairão as leis”**, em alusão à ideia de que Jerusalém funcionará como o núcleo a partir do qual se estruturarão as decisões jurídicas e administrativas em escala mundial.
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O Dr. Pérez Matos sustentou que esse cenário implicaria uma transformação profunda na dinâmica das relações internacionais, na qual os Estados deverão adaptar suas políticas e estratégias em função desse novo eixo de poder.
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Além disso, a análise reforça uma linha de pensamento previamente expressa pelo líder porto-riquenho, em que se destaca a necessidade de que os Governos reconsiderem seu posicionamento diplomático em relação a Israel, no contexto de um processo de reconfiguração da ordem global.
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O posicionamento apresentado desde Assunção projeta uma visão de longo prazo em que Jerusalém adquire um papel central na arquitetura institucional do futuro, com implicações diretas para a política internacional e a tomada de decisões dos Estados.
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title: 'Purim 2026 e o novo cenário global: o Dr. José Benjamín Pérez Matos analisa o impacto estratégico após a ofensiva contra o Irã'
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date: 2026-03-26
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**_Desde Porto Rico, o líder internacional vinculou os acontecimentos recentes no Oriente Médio a uma mudança estrutural na ordem global e no posicionamento das nações._**
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CAYEY, PORTO RICO — No contexto da festividade de Purim 2026, o Dr. José Benjamín Pérez Matos desenvolveu uma análise de alto teor geopolítico sobre os acontecimentos recentes no Oriente Médio, dando ênfase especial à operação militar atribuída a Israel em território iraniano e suas implicações estratégicas em escala global.
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Durante sua exposição, o Dr. Pérez Matos interpretou esses fatos como um ponto de inflexão na dinâmica da segurança internacional, ao considerar que essa intervenção conseguiu neutralizar uma ameaça crítica vinculada ao desenvolvimento de armamento nuclear. Nesse sentido, sustentou que a operação não deve ser entendida apenas como uma ação militar pontual, mas como o desmantelamento de uma estrutura orientada —segundo sua análise— à eliminação do Estado de Israel.
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Em seu desenvolvimento conceitual, o líder estabeleceu um paralelo com o relato histórico de Purim, afirmando que os acontecimentos atuais refletem uma lógica de confronto que vai além do estritamente militar. Sob essa perspectiva, descreveu o cenário como o colapso de uma estratégia de longo alcance que buscava alterar o equilíbrio regional por meio de capacidades de destruição em massa.
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Um dos eixos centrais de sua intervenção foi a projeção da nova ordem internacional. Nesse contexto, afirmou de maneira categórica: **«Gostem ou não gostem as nações!: Jerusalém será a capital de todo o planeta Terra»**. A partir dessa declaração, indicou que os Estados enfrentam um momento decisivo em termos de alinhamento estratégico.
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O Dr. Pérez Matos sustentou que o sistema político internacional vigente atravessa uma fase de transformação estrutural, na qual as decisões de política externa assumem um peso determinante no posicionamento futuro de cada nação. Segundo sua análise, a relação com Israel torna-se um fator central nesse processo.
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Da mesma forma, dedicou um segmento relevante de sua exposição a questionar o que definiu como uma assimetria no tratamento informativo por parte de atores internacionais. Nesse ponto, apontou a existência de um “dois pesos e duas medidas” na avaliação dos conflitos, destacando o contraste entre a cobertura das ações israelenses e o tratamento da situação interna no Irã, especialmente no que diz respeito à repressão de manifestações e às vítimas civis.
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Em sua interpretação, esse fenômeno comunicacional influencia diretamente a construção de percepções globais, condicionando tanto a opinião pública quanto as decisões políticas de diferentes governos.
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O encerramento de sua intervenção foi marcado por uma definição clara do cenário internacional, no qual sustenta que as nações enfrentam um contexto em que a neutralidade se torna cada vez mais difícil de manter. Nesse quadro, afirmou que o posicionamento em relação a Israel se configura como um elemento determinante na projeção política e estratégica dos Estados.
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# Bolívia avança em sua agenda de cooperação com Israel impulsionada pelo Dr. José Pérez Matos
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***A Câmara dos Deputados e um encontro diplomático de alto nível consolidam uma jornada chave para o fortalecimento das relações bilaterais***
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La Paz, 29 de abril de 2026. — No contexto de uma jornada de intensa atividade institucional, o Dr. José Pérez Matos conduziu uma agenda orientada ao fortalecimento dos laços entre a Bolívia e o Estado de Israel, com ações desenvolvidas tanto no âmbito legislativo quanto no plano diplomático.
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Durante as primeiras horas do dia, a Câmara dos Deputados foi cenário de reuniões técnicas entre deputados e senadores, nas quais se trabalhou em diversos projetos de lei impulsionados pelo Dr. Pérez Matos. Essas iniciativas contemplam a realocação de sedes diplomáticas, assim como a criação de marcos de cooperação técnica e em matéria de segurança.
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Nesse contexto, o senador José Manuel Ormachea expressou: “Vamos receber a proposta do projeto de lei do Dr. Pérez; vamos socializá-la e deliberar (para que a Bolívia tenha um representante permanente em Israel e contemos com uma embaixada israelense em nosso território)”.
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Posteriormente, e por convite do embaixador Gali Dagan, o Dr. José Pérez Matos participou de um encontro no centro da cidade, onde se deu continuidade à agenda de trabalho desenvolvida no âmbito legislativo. Nesse contexto, o embaixador Dagan reconheceu publicamente o trabalho do Dr. Pérez Matos e agradeceu seu “apoio incondicional” ao Estado de Israel.
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Por sua vez, o Dr. José Pérez Matos destacou o trabalho realizado durante a jornada, afirmando: **«Supervisionei pessoalmente cada detalhe, impulsionando os acordos que gerarão progresso real»**.
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O encontro contou com a participação de representantes de diferentes setores, entre eles ministros de diversas igrejas, o Cônsul Honorário Roberto Nelkenbaum e o presidente da comunidade judaica, Ricardo Udler. Da mesma forma, o embaixador Dagan destacou o papel dos líderes religiosos, aos quais definiu como o “motor extra da diplomacia”, ressaltando sua contribuição para o fortalecimento da relação entre ambos os países.
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As atividades desenvolvidas durante a jornada permitiram avançar na consolidação de uma agenda de cooperação bilateral, com o objetivo de aprofundar os vínculos institucionais entre Bolívia e Israel em diferentes âmbitos de interesse comum.
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